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A mulher, deitada de costas na cama, as pernas abertas. O amigo do marido, de pau grosso, mete sem parar. Ela geme rouco, os olhos fechados. O marido, no canto, filma com as mão trêmula. O amigo acelera, a voz grave: “Vou gozar.” Ela abraça ele com as pernas: “Dentro, enche minha buceta.” Ele goza, a porra quente escorrendo. Ela olha pro corno, o sorriso safado: “Você limpa com a boca, amor.”














