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O corno se ajoelha, a boca na buceta da esposa, a língua desliza no clitóris. Ela geme, o corpo arqueado, o negão mete o pau grosso sem camisinha. O corno chupa, a saliva escorre, o pau do negão socando. A esposa grita: “É isso, me enche.” O corno se masturba, o pau duro. O negão goza dentro, a porra escorre. O corno sobe, mete rápido, goza em segundos, a porra misturada escorrendo. Ele desce, limpa a buceta com a boca, a língua lambe a porra do negão. “Tudo limpo,” ele murmura, o olhar humilde, a esposa rindo.














