Ele me liga, a voz trêmula, “Preciso que você veja.” A gata magra no sofá, só de calcinha, o olhar nos meus olhos. O amigo chega, a mão na cintura dela, o beijo na boca dela. Eu sento, a mão no pau, o coração acelerado. Ele a puxa pro quarto, a porta entreaberta, o barulho da roupa caindo. Ela geme, “É maior,” o pau dele grosso na boca dela. Eu entro, filmo, o corpo dela se arqueando. Ele mete, a buceta escorrendo, ela olha pra mim, “Gosta de ver?” Eu gozo na mão, a porra escorrendo. Ele goza dentro, a porra gotejando. Ela se vira, “Agora limpa,” e me puxa pela nuca. O cheiro de sexo, o gosto amargo, a humilhação completa.
Chamei meu amigo pra comer minha namorada.
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