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O corno esconde a câmera na estante, a lente apontada pro quarto. A esposa, de quatro, a saia levantada, o corpo arqueado. O negão atrás, o pau preto grosso metendo até as bolas, as nádegas batendo com força. O corno assiste pelo celular, a mão na rola, a punheta lenta. “Goza dentro,” ela geme, o olhar perdido. Ele obedece, a porra quente enchendo, escorrendo. O corno goza na mão, o corpo trêmulo, a respiração presa. A esposa olha pra câmera escondida, sorrindo: “Nem precisava esconder, amor.”














