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Makiko sabe que a mãe viajou. Fica de calcinha na cozinha, o padrasto cheira o ar, sabe o dia. Ele pega ela pelo cabelo, ela não resiste. “É hoje,” ela sussurra, abrindo as pernas na mesa de jantar. Ele mete sem camisinha, a bucetinha raspada pulsando. Ela geme, contando os dias: “Dia catorze, goza fundo.” Ele enche ela de porra quente, ela ainda abre com os dedos, mostra a gozada escorrendo. “Amanhã de novo,” ela sorri.














