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O corno senta na cadeira, a mão no pau, a respiração ofegante. A esposa novinha deitada na cama, o comedor deitado em cima. Ele mete devagar, a buceta se abrindo, a esposa geme baixo. O corno se masturba, o púbere molhado. O comedor acelera, as nádegas batendo, a cama rangendo. A esposa grita, “É isso, não para.” O corno se aproxima, a câmera na mão. O comedor goza dentro, a porra escorrendo. O corno sobe, mete três vezes, goza na barriga dela. Ele desce, lambe a porra do comedor, a língua limpa. “Tudo limpo,” ele murmura, a esposa rindo, o corno humilhado.
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