O casal no quarto, a tensão palpável. Ela, de joelhos, a boca aberta, o olhar fixo no pau do marido. Ele, em pé, a mão na cabeça dela, guiando o movimento. “Mais devagar,” ele sussurra. Ela obedece, a língua rodando, a baba escorrendo. Ele geme, o corpo se contorcendo. Goza na boca dela, a porra quente escorrendo pelo queixo. Ela engole, o olhar de satisfação.
O amigo entra, de cueca, o corpo definido. Ele a pega de quatro, o pau duro na entrada. “Pode,” ela geme, o corpo arqueado. Ele mete no cu, sem dó, o pau grosso desaparecindo. Ela grita, a boca aberta, o olhar perdido. O marido filma, a câmera na mão, a punheta lenta. “Mais fundo,” ele ordena. O amigo acelera, as bolas batendo, o baralho de pele na pele. Ela se contorce, o orgasmo pulsando, a porra do marido ainda














